O trabalho nos clássicos da sociologia

O trabalho nos clássicos da sociologia: Marx, Durkheim e Weber, de Cesar Sanson, é uma introdução à teoria social clássica. A partir da categoria trabalho, o autor apresenta valiosas chaves de leitura à compreensão das teorias de Marx, Durkheim e Weber acerca do “maior evento da modernidade: o capitalismo”. Com um duplo esforço, que revela a sua formação junto aos movimentos sociais populares e o seu compromisso acadêmico, o autor articula um estilo literário a um só tempo, descomplicado e meticuloso no que se refere à temática do livro.

Esta obra se orienta, portanto, pela descrição e interpretação da categoria trabalho nos clássicos. Ou seja, procura-se, em um primeiro momento, deixar que os próprios autores falem por meio de seus escritos e, na sequência, o argumento interpretativo auxilia a com­preensão da escrita do autor. Como poderá se observar, é recorrente o uso de transcrições literais das obras dos próprios autores como método de sustentação fidedigna do que efetivamente pensam. A interpretação do que dizem os autores é utilizada como recurso de compreensão e contextualização. A essa estrutura de texto acrescentam-se, ao final das elaborações sobre cada autor, dois tópicos comuns a todos eles, a saber, o lugar que a categoria trabalho ocupa em seu método e a sua contribuição, a partir do método, para a compreensão do trabalho hoje.

Fonte: página eletrônica da editora Expressão popular

Ficha técnica
Título: O trabalho nos clássicos da sociologia: Marx, Durkheim e Weber
Autor: Cesar Sanson
Editora: Expressão popular e Edufrn
Ano da publicação: 2021
Páginas: 221
Preço: R$ 40,00

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O caminho da Revolução Brasileira

O volume 8 da Coleção Pátria Grande, Biblioteca do Pensamento Crítico Latino-americano do IELA/UFSC, já está disponível. Trata-se do livro O caminho da Revolução Brasileira, escrito por Moniz Bandeira e publicado pela primeira vez em 1962 no calor dos acontecimentos do pré-golpe empresarial-militar. Segundo Angélica Lovatto, “O livro (…) captou a essência das lutas sociais no Brasil naquele momento efervescente e procurou indicar O caminho da revolução brasileira. E por que republicá-lo justo agora? Esgotado em todas as suas edições, trazer novamente este livro à escassa luz editorial do país, quase 60 anos depois, significa um resgate fundamental do nacionalismo revolucionário, especialmente para demonstrar às gerações contemporâneas a atualidade do caráter da revolução brasileira: a transição socialista direta que não tergiversa com defesas inócuas de uma democracia descaracterizada de sua radicalidade de classe, oportunisticamente chamada de democracia ‘como valor universal’.

Ora, em tempos de defesa de frentes democráticas tão amplas quanto falsamente eficazes na luta contra as classes dominantes que realmente dirigem este país, recuperar um autor e seu livro, pode significar um instrumento mais que valoroso na luta ideológica lancinante que Engels tanto insistiu em caracterizar como ‘um momento essencial da luta de classes’.

O nacionalismo revolucionário é quase um desconhecido no Brasil, equivocadamente desprezado pela esquerda em geral e até mesmo por setores da esquerda revolucionária, uns e outros demonstrando recalcitrante dificuldade em enxergar a relação dialética entre a dimensão nacional da luta de classes e a dimensão internacional, e necessária, da revolução proletária.” (Angélica Lovatto)

Fonte: página eletrônica da editora Insular

Ficha técnica
Título: O caminho da Revolução Brasileira
Autor: Moniz Bandeira
Editora: Insular
Ano da publicação: 2021
Páginas: 188
Preço: R$ 40,00

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A Universidade Popular em debate

A Universidade Popular em debate, organizado por Francieli Rebelatto, Luis Acosta e Milton Pinheiro e publicado pelo Instituto Caio Prado Jr., apresenta-nos um conjunto de reflexões intelectuais-militantes comprometidas com o processo de emancipação humana, nos termos que nos aponta Marx. Considerando a luta pela construção da Universidade Popular uma das estratégias no longo caminho para a construção do Poder Popular, defende-se como horizonte a superação da ordem do capital. A construção dessa estratégia passa, em primeira ordem, pela organização dos diferentes segmentos da classe trabalhadora, pautados em uma educação que, como afirmou Gramsci, forme pessoa “capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou controlar quem dirige”. Nesse sentido, todos os artigos do livro indicam uma dupla necessidade: a luta pela democratização da universidade pública hoje e sua articulação à perspectiva de um horizonte para além da sociabilidade do capital.

Sumário completo do livro:

Prefácio, por Eblin Farage

Universidade popular: uma perspectiva de luta, por Mauro Iasi e Milton Pinheiro

A universidade popular: estratégia socialista, movimento e programa, por Gabriel Lazzari

Universidade, crise e América Latina: Por que lutar por uma Universidade Popular?, por Francieli Rebelatto e Fernando Correa Prado

O legado da reforma latino-americana e as experiências da extensão universitária na construção de processos de Universidade Popular – MUP, por Carla Daniel Sartor e João Rafael da Conceição

O movimento por uma universidade popular na perspectiva do feminismo classista, por Ana Karen Souza, Helga M. Martins de Paula, Paula Ivna Nunes, Marianna Rodrigues e Qelli Rocha

Movimento docente e universidade popular, por Luis Acosta

O conhecimento a serviço de quem? Universidade, pesquisa, ciência e tecnologia no capitalismo dependente brasileiro, por Rodrigo Medina Zagni

Universidade e socialismo: contribuições a partir da revolução cubana e do pensamento de Ernesto Che Guevara, por Mario Mariano Ruiz Cardoso

Movimento estudantil brasileiro: o papel dos comunistas e a luta pela universidade popular, por Maria Carolina de Oliveira dos Santos e Victória Ellen Almeida Pinheiro

Universidade popular e as contradições na sociedade capitalista dependente: alguns apontamentos, por Neila Nunes de Souza e Mauricio Alves da Silva

A luta por uma universidade popular: papel estratégico e potencial tático, por Leonardo Moreira dos Santos e Danielle Coelho Alves

Extensão popular classista: um âmbito da luta e da construção da universidade popular, por Kathiuça Bertollo

Desafios da universidade popular em tempos de ultraliberalismo econômico e reacionarismo político, por Clayton Romano

Fonte: página eletrônica da editora LavraPalavra

Ficha técnica
Título: A Universidade Popular em debate
Organização: Francieli Rebelatto, Luis Acosta e Milton Pinheiro
Editora: Instituto Caio Prado Jr.
Ano da publicação: 2021
Páginas:
Preço: R$ 45,00

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Imperialismo, estágio superior do capitalismo

Escrita um ano antes da Revolução de Outubro e publicada no calor das jornadas revolucionárias de 1917, Imperialismo, estágio superior do capitalismo é considerada uma das obras mais importantes do líder bolchevique. Neste ensaio, Lênin deixa claro que o imperialismo, em evidência com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, não era apenas uma prática política de determinados países capitalistas, mas a evolução do próprio sistema do capital, que atingia no início do século XX, com o capital financeiro e os monopólios, o seu estágio mais avançado.

Com uma linguagem e um recorte econômico empregados para driblar a censura tsarista da época, Lênin descreve, a partir de obras de economistas burgueses (como Hobson, Hilferding e Riesser), as características do capitalismo nesse patamar de desenvolvimento, como a concentração da produção e o crescimento dos monopólios, as oligarquias financeiras, a exportação de capital e a divisão ou redistribuição de territórios entre potências capitalistas.

Ao confrontar-se com os novos desafios do capital no século XX, Lênin acrescenta um capítulo às análises de Marx e Engels, oferecendo um dos mais importantes armamentos teóricos para o proletariado diante do capital monopolista. Quinto volume da coleção Arsenal Lênin, Imperialismo conta com tradução do russo pelas Edições Avante! e revisão da tradução de Paula Vaz de Almeida; a edição traz também um capítulo da biografia Memórias de Lênin, de Nadiejda Krúpskaia, com tradução e notas de Paula Vaz de Almeida, no qual a revolucionária russa relembra o período em que Lênin escreveu sua obra-prima sobre o imperialismo.

Fonte: página eletrônica da editora Boitempo

Imperialismo, estágio superior do capitalismo

Ficha técnica
Título: Imperialismo, estágio superior do capitalismo
Autor: Vladimir Illitch Lênin
Tradução: Edições Avante! e Paula Vaz de Almeida
Editora: Boitempo
Ano da publicação: 2021
Páginas: 192
Preço: R$ 44,00

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Anticapitalismo romântico e natureza

A partir de uma ampla variedade de expressões da cultura romântica em diferentes áreas, como relatos de viagem, pintura, visões utópicas, estudos culturais, filosofia política e literatura ativista sociopolítica, Robert Sayre e Michael Löwy examinam as conexões profundas entre a rebelião romântica contra a modernidade e a preocupação ecológica com as ameaças modernas à natureza. Essa é a gênese de Anticapitalismo romântico e natureza: o jardim encantado, que chega agora em português pela Editora Unesp.

“Não pretendemos neste livro propor um estudo histórico exaustivo do romantismo e da ecologia”, anotam os autores. “Em vez disso, a fim de ilustrar a diversidade e a coerência de uma ampla constelação cultural, bem como sua continuidade muito além do chamado ‘período romântico’, escolhemos uma série de referências que não pertencem ao cânone literário usual dos estudos do romantismo. Discutimos um grupo altamente diverso de pessoas – William Bartram, Thomas Cole, William Morris, Walter Benjamin, Raymond Williams e Naomi Klein – do final do século XVIII ao início do século XXI.”

De forma a dar visibilidade às profundas conexões intelectuais, culturais e emocionais entre a rebelião romântica contra a modernidade e a preocupação ecológica com as ameaças modernas à “Natureza”, Sayre e Löwy buscam demonstrar as ligações essenciais entre romantismo, anticapitalismo e ecologia, expressando-se em formas culturais e contextos históricos muito diferentes. No entanto, partem de uma concepção de romantismo que extrapola as definições deste período como movimento literário circunscrito ao período entre o final do século XVIII e início do século XIX.

“Longe de ser consensual, essa interpretação vai contra a corrente da maioria dos estudos sobre o romantismo, que se baseiam na suposição aparentemente óbvia de que estamos lidando com um movimento literário. A nosso ver, essa suposição está duplamente errada: o romantismo é uma cosmovisão – ou seja, é muito mais que um fenômeno literário, embora tenha um importante componente literário –, e não terminou em 1830 ou 1848”, anotam. “Para nós, o romantismo, como protesto cultural contra a civilização industrial e capitalista moderna, é uma das principais formas da cultura moderna que se estende desde Rousseau – uma figura fundadora particularmente importante – até o presente, ou seja, da segunda metade do século XVIII até o início do século XXI. Nossa tese se baseia em uma abordagem (heterodoxa) marxiana aos fenômenos culturais que tenta vincular arte, religião e ideias políticas a contextos sociais e históricos.”

Fonte: página eletrônica da editora da Unesp

Ficha técnica
Título: Anticapitalismo romântico e natureza: o jardim encantado
Autores: Robert Sayre e Michael Löwy
Editora: Unesp
Ano da publicação: 2021
Páginas: 209
Preço: R$ 56,00

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Obras completas de Luiz Gama

A editora Hedra apresenta o projeto de publicação das obras completas de Luiz Gama, advogado negro e uma das principais lideranças do movimento abolicionista no Brasil. O projeto inclui o lançamento de dez volumes que reunirá cerca de 800 volumes, sendo a maior parte de inéditos. A reunião dos textos foi feita por Bruno Rodrigues de Lima após pesquisa de nove anos em arquivos da imprensa e da Justiça.

Os dois primeiros volumes são intitulados Democracia e Liberdade. Os textos e artigos incluídos em Democracia foram publicados originalmente entre os anos de 1866 e 1869. Nesses artigos, Luiz Gama se manifesta publicamente sobre educação, política e direitos universais. Lançando mão de uma estratégia autoral ousada, que incluía o uso de pseudônimos, Gama defende abertamente o direito à educação universal e as obrigações do Estado em garantir um ensino público de qualidade em todos os níveis como os fundamentos da vida democrática. Ao incluir a palavra “democracia” na agenda pública, ainda sob a política da escravidão do Império do Brasil, Gama o faz, pela primeira vez, escrevendo sistematicamente em primeira pessoa e sem utilizar pseudônimos. Os temas da democracia e do direito à liberdade tornam-se então fundamentais em sua obra.

Liberdade registra o surgimento de um tipo de literatura de combate que exigia a imediata abolição da escravidão. Compreende o período de 1880 a 1882, último período da vida do escritor. Apesar da recorrente temática abolicionista na obra de Gama presente desde o primeiro volume de suas Obras Completas, é somente em 1880 que a campanha pela liberdade ganha uma dicção específica.

Fonte: página eletrônica da editora Hedra

Ficha técnica

Título: Democracia
Autor: Luiz Gama
Editora: Hedra
Ano da publicação: 2021
Páginas: 506
Preço: R$ 110,00

Título: Liberdade
Autor: Luiz Gama
Editora: Hedra
Ano da publicação: 2021
Páginas: 446
Preço: R$ 99,90

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Revista Novos rumos, vol.58, n.1 (2021)

A editoria da revista Novos rumos comunica que o volume 58, número 1 foi recentemente publicado. Os artigos estão disponíveis gratuitamente na página eletrônica da revista. O sumário completo, com enlace para os artigos, pode ser consultado abaixo:

Novos Rumos, vol.58, n.1

Palavra do editor

Conselho de redação

CLÁSSICOS/DOCUMENTOS

Apresentação: Bukhárin e o debate teórico filosófico na Rússia, por Marcos del Roio

Teoria e prática do ponto de vista do materialismo dialético, por Nicolai Bukhárin

ARTIGOS

Karl Marx como patrimônio da humanidade: entrevista com David McLellan, por Henrique Wellen

Hegemonias díspares: por uma nova interpretação da controvérsia Lenin-Bogdánov, por Pedro Ramos de Toledo

A democracia no limiar da luta de classes: Robert Dahl, Vladimir Lenin e Carlos Nelson Coutinho, por Vinicius Azevedo, Lucas André Teixeira

Interlocuções com a revolução passiva, por Andreas Bieler, Adam Morton

Brasil: a transição da ditadura militar para uma democracia tutelada pelos militares. Causas, consequências e ensinamentos, por Anita Leocádia Prestes

A moradia como questão: uma comparação entre as ideias de Engels e o conceito de déficit habitacional, por Carmen Susana Tornquist, Jefferson Adriano Maier

Renda da terra e superexploração da força de trabalho: sentidos da luta de classes e extração de valor no capitalismo dependente, por Beatriz Augusto de Paiva, Cristiane Luiza Sabino de Souza, Maísa Gonçalves Cardoso

CRÍTICA CULTURAL

A dupla mimese arquitetônica: o espaço sob ordenamento humano, por Deribaldo Santos

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Cultura e transformação social

Este livro, escrito por Angela Martins e Lúcia Neves, é o resultado do esforço de sistematização de ideias sobre cultura e transformação social desenvolvidas por Antônio Gramsci, E. P. Thompson e Raymond Williams dentro da tradição humanista do materialismo histórico ao longo do século XX. É neste momento que se inicia e se adensa um processo acelerado e diversificado de expansão cultural neste século.

A obra evidencia como esses três autores, cada um a seu modo, destacam o papel fundamental da cultura enquanto constitutiva e constituinte das relações sociais no capitalismo contemporâneo e realça o papel da educação como expressão específica da cultura e seu papel estratégico nos processos de transformação social. Sua organização propicia ao leitor e à leitora uma dupla possibilidade: a leitura de cada autor ao longo de todo o livro e também a leitura comparada dos três autores a cada capítulo.

Ficha técnica
Título: Cultura e transformação social: Gramsci, Thompson e Williams
Autoras: Angela Martins e Lúcia Neves
Editora: Mercado de letras
Ano da publicação: 2021
Páginas: 252
Preço: R$ 63,00

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Goethe e seu tempo

Goethe e seu tempo, de György Lukács, é a décima obra da coleção Biblioteca Lukács da editora Boitempo e traz um conjunto de cinco ensaios do filósofo húngaro escritos durante a década de 1930 e dedicados à obra de Johann Wolfgang von Goethe. Considerado um dos pontos culminantes da literatura humanista burguesa, Goethe tem sua trajetória esmiuçada e contraposta à de outros contemporâneos seus, em uma análise engajada do grande romance moderno e de seu conteúdo progressista.

Os dois primeiros textos tratam de obras específicas de Goethe e sua construção, ao passo que os três seguintes discutem o contexto social e literário no qual o escritor estava imerso, propondo percepções originais a respeito das motivações, contradições e desafios enfrentados por sua obra.

Fonte: página eletrônica da editora Boitempo

Goethe e seu tempo

Ficha técnica
Título: Goethe e seu tempo
Autor: György Lukács
Tradução: Nélio Schneider, com a colaboração de Ronaldo Vielmi Fortes
Editora: Boitempo
Ano da publicação: 2021 [1964]
Páginas: 216
Preço: R$ 73,00

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O labirinto periférico

O labirinto periférico: aventuras de Mariátegui na América Latina, livro escrito por Deni Rubbo, é um estudo sobre a recepção da obra de José Carlos Mariátegui nas ciências sociais latino-americanas. Trata-se de delinear sociologicamente a difusão e as apropriações das ideias mariateguianas no conjunto da história intelectual das ciências sociais e da história do marxismo neste continente. A confluência entre um notável empreendimento editorial levado a cabo pelos familiares do autor e as circunstâncias sociopolíticas e culturais vivenciadas no Peru e na América Latina facilitaram a construção de redes de difusão e recepção das ideias de Mariátegui. Em um processo de crítica do discurso tradicional da esquerda latino-americana, das vertentes de modernização e das teses dualistas das ciências sociais, observa-se, ainda, que a construção de uma imagem heterodoxa de Mariátegui emerge como uma das principais referenciais na atualização do marxismo. Os leitores de Mariátegui – Alberto Flores Galindo, José Aricó, Aníbal Quijano, Florestan Fernandes, Michael Löwy e etc. – são apresentados em seus respectivos contextos e nas suas intencionalidades, motivadas por questões políticas e acadêmicas.

Segundo Michael Löwy, em texto do prefácio do livro, “Deni Rubbo desenha, pela primeira vez, uma cartografia da recepção dos escritos de Mariátegui por cientistas sociais latino-americanos e brasileiros. Trata-se, portanto, de um trabalho pioneiro: a primeira tentativa de reconstituir, em seus principais momentos, a história das múltiplas leituras e interpretações do Amauta.”

Fonte: página eletrônica da editora Autonomia literária

Ficha técnica
Título: O labirinto periférico: aventuras de Mariátegui na América Latina
Autor: Deni Rubbo
Editora: Autonomia literária
Ano da publicação: 2021
Páginas: 416
Preço: R$ 55,00

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