Octávio Brandão e as matrizes intelectuais do marxismo no Brasil

No livro Octávio Brandão e as matrizes intelectuais do marxismo no Brasil: 1919-1929, “Felipe Lacerda pesquisou a correspondência do PCB com o Komintern, as memórias, teses, jornais, carimbos de livrarias, panfletos… Sua atenção, decerto alimentada pelas andanças em arquivos e alfarrábios, desceu às minúcias da materialidade do livro, de sua organização interna e paratextos editoriais. Mas não deixou de traçar a formação de Octávio Brandão. Estudou sua herança euclidiana, as leituras do Baghavad Gita, de Nietzsche, Kropotkin e Comte e, fundamentalmente, leu os seus livros para descobrir que a primeira tentativa de interpretação marxista do Brasil foi o livro Rússia Proletária de 1924!

Sua história seguiu a melhor senda: aquela que consiste em se deslocar do idealismo das controvérsias teóricas para o terreno da infraestrutura das ideias. Felipe Castilho de Lacerda não se pergunta se os comunistas brasileiros tinham uma leitura certa ou errada de Marx, mas como e por que eles o leram daquela forma.

Um livro ímpar.” (Lincoln Secco)

Fonte: site da editora Ateliê Editorial

Ficha técnica
Título: Octávio Brandão e as matrizes intelectuais do marxismo no Brasil: 1919-1929
Autor: Felipe Castilho de Lacerda
Editora: Ateliê Editorial
Ano da publicação: 2019
Páginas: 230
Preço: R$ 45,00

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